edições limitadas

2020_Talitha Rossi_Fabricando a mim mesm
12345
10_2021_talitha rossi_poesia bordada_que
11_2021_talitha rossi_poesia bordada_que
minha selvagem expandida_18x30x3,5cm_202
minha selvagem expandida_18x30x3,5cm_202
minha selvagem expandida_18x30x3,5cm_202
Poesia bordada em acrilico 1
Poesia bordada em acrilico 1.1
Poesia bordada em acrilico 2
Poesia bordada em acrilico 2.1
12
123
6.3 minha selvagem expandida
6.2 minha selvagem expandida
6 minha selvagem expandida
5.3 a mesma no entando outra
5.1 a mesma no entanto outra
5.2 a mesma no entando outra
5 a mesma no entanto outra
4.5 quem em mim
4.4 quem em mim
4.1 quem em mim
4.3 quem em mim
4.2 quem em mim
4 quem em mim
3 esta tudo dentro
3.1 esta tudo dentro
1/2

Talitha Rossi cria edições limitadas com tiragem especial para algumas obras.

 

> Clique na loja virtual para fazer a sua compra <

As poesias bordadas são fragmentos de seus diários e manuscritos. 

Os poemínimos escritos por Talitha Rossi, são pequenas poesias autorais que fazem parte dos seus diários vermelhos. Desde o começo de sua trajetória, a artista nomeia suas obras com poemínimos. Durante a pandemia, a artista revisitou seus diários e reescreveu alguns dos poemas em tecidos, criando peles adornadas com bordados de alta costura, cabelos artificiais, madrepérola e outros elementos que permeiam sua poética própria.

Nesta edição especial, parte da renda das vendas dessa série limitada, é revertida para ONGs da causa animal.

Em suas pinturas em tecido, Talitha utiliza técnica mista para pensar o erotismo. Primeiro nasce a pintura que logo é descontruída, rasgando em muitos pedaços que são reorganizados em encaixes por colagem. Após a pintura-colagem feita à mão, a artista transforma em fotografia e assim, nasce a impressão em tecido.

 

Em suas esculturas de brinquedo em miniatura, a artista trás à tona questões sobre relacionamentos afetivos que permeiam os bons e maus encontros.

A série de bordados sobre fotografias é um ato de resistência para a artista. Uma forma de honrar mulheres anônimas que abriram caminhos para os feminismos que hoje, podemos discutir e reivindicar. Ao alinhavar o tecido vital, sem sucumbir pela tentativa de docilização dos corpos, o ser fêmea ganha uma força parida do feminino, seja ele ancestral ou atual, ainda que haja dor e luta. Estas séries de intervenção sobre fotografias antigas é uma homenagem às mulheres insubmissas de si mesmas que com coragem, não deixaram se apagar pelo patriarcado.